Laboratório de performance | Miguel Bonneville | no TdV

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Plataforma 285 no TdV | Champs-Elysées: projecto de um arquivo morto

Champs-Elysées: projecto de um arquivo morto

13 e 14 de Setembro às 21:30h
no espaço Teatro do Vestido, Cais do Sodré

Podia começar assim: Dia zero, embarcamos amanhã, todos os quatro, nesta viagem, rumo a Champs-Elysées. O caminho é longo, milhas por palmilhar. O trajecto é incerto. A turbulência é guiada pela incerteza da rota e pela certeza do nosso propósito. Aguardamos novas entradas no nosso diário de bordo.
Dia 5: Perdidos na imensidão de encontros, caminhamos, todos os quatro. A incerteza continua longínqua, mas mesmo assim, caminhamos.
Dia 90: Se ontem estavamos mais perto, hoje afastamo-nos a cada passada. O caminho tem tantas curvas como estrelinhas. Mas, caro diário, daqui mesmo já se avista Champs-Elysées.

Podia começar assim. Em forma de diário. Talvez assim estivessemos mais perto.
Esta é uma apresentação intercalar e informal sobre o processo de criação do espectáculo Leilão. Construída a partir do material que não entrará no espectáculo (a não ser como referência, como evocação de experiências, referências, lugares, imagens, universos) será uma porta-aberta para o público, uma forma de mostrar um lado tão essencial para os projectos criativos, o processo de trabalho.

Champs-Elysée não é um lugar. É um País em Ruínas.
Champs-Elysée não é um espectáculo. É uma visita a um espaço morto.
Champs-Elysée não é a meta. Mas lá chegaremos.

Direção Artística Raimundo Cosme
Concepção e interpretação Cecília Henriques, Cláudio Teixeira, Isabelle Coelho e Raimundo Cosme 
Apoio à criação Rita Chantre

Projecto financiado por:

ENTRADA LIVRE (com lotação reduzida).
Reservas através do telefone: 918388878 ou do e-mailgeral@teatrodovestido.org

Teatro do Vestido: Travessa do Corpo Santo, nº 29, 2º
1200-131 Lisboa (Cais do Sodré)

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Acolhimento TdV: No espaço de trabalho da companhia, que possibilita uma relação de grande intimidade com o público, bem como a inigualável envolvência do Cais do Sodré, os projectos que programámos reflectem em primeiro lugar uma tentativa de apoio a estruturas e criadores emergentes, que procurem também nos seus processos e metodologias o desenvolvimento de uma linha de criação de nova dramaturgia e trabalhem a partir de materiais e questões que se inscrevem numa linha contemporânea e de pesquisa. Procurámos também colaborar com e apoiar projectos de criadores com quem temos afinidades e cujo trabalho queremos facilitar, apoiar, possibilitar.
O espaço do TdV torna-se assim num espaço de partilha, colaboração, diálogo e divulgação de projectos que não só os da companhia.
“…Até poderíamos sonhar com uma comunidade de sonhadores que se juntassem para sonhar o que vem aí.”(John D. Caputo)

https://scamquestra.com/sozdateli/8-konstantin-mamchur-25.html

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Cartas Não São Ridículas São Só Notícias de Alguém | de Marta Pires e Raquel Leão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Teatro do Vestido acolhe:

Cartas Não São Ridículas São Só Notícias de Alguém

5 e 6 de Setembro às 21:30h
no Espaço Teatro do Vestido, no Cais do Sodré (Lisboa)

Cartas Não São Ridículas São Só Notícias de Alguém é o resultado de um projecto de pesquisa alargado iniciado no ano de 2012, através de uma performance no Espaço do Teatro do Vestido.

Entendemos por cartas todas aquelas que são escritas pelo punho, que são enviadas pelo correio, que têm selo, que demoram dias a percorrer um caminho, que falam de amor, de saudades, que dão notícias. Este projecto baseia-se na transformação dos materiais resultantes de uma pesquisa, num objecto performativo. Trata-se de uma criação experimental sobre o que nos escreveram, sobre as nossas respostas, sobre as nossas respostas a cartas que nunca chegaram, sobre histórias que nos contaram, sobre as nossas próprias histórias, sobre o aprender com quem nos quis ensinar, sobre o tempo ou a falta dele, sobre a procura, sobre a procura pelo dizer o que não tínhamos coragem, sobre a procura pelo lembrar do que ficou lá atrás, sobre a criação de várias personas que convergem num Eu que se expõe.

Uma zona cheia de possibilidades, de afirmações contraditórias, de respostas e ironias. Chegámos a um porto e sem nenhum egoísmo mostrar-nos-emos numa carta aberta a todos que a queiram l(v)er.

Criação e interpretação Marta Pires e Raquel Leão
Produção Jorge Ganhão
Assistência de Encenação e Design André Raposo

Entrada Livre (com lotação reduzida).
Reservas através do telefone: 91 838 88 78 ou do e-mail: geral@teatrodovestido.org

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Acolhimento TdV: No espaço de trabalho da companhia, que possibilita uma relação de grande intimidade com o público, bem como a inigualável envolvência do Cais do Sodré, os projectos que programámos reflectem em primeiro lugar uma tentativa de apoio a estruturas e criadores emergentes, que procurem também nos seus processos e metodologias o desenvolvimento de uma linha de criação de nova dramaturgia e trabalhem a partir de materiais e questões que se inscrevem numa linha contemporânea e de pesquisa. Procurámos também colaborar com e apoiar projectos de criadores com quem temos afinidades e cujo trabalho queremos facilitar, apoiar, possibilitar.
O espaço do TdV torna-se assim num espaço de partilha, colaboração, diálogo e divulgação de projectos que não só os da companhia.
“…Até poderíamos sonhar com uma comunidade de sonhadores que se juntassem para sonhar o que vem aí.” (John D. Caputo)

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