CADÁVER ESQUISITO NÚMERO UM – talvez não haja mais nenhum | Isabelle Coelho

O Teatro do Vestido acolhe:

CADÁVER ESQUISITO NÚMERO UM – talvez não haja mais nenhum

30 e 31 de Agosto às 21:30h
no espaço Teatro do Vestido, Cais do Sodré

Ninguém me disse que isto tinha que ser uma peça de teatro. Não é. Está provavelmente mais próximo de um recital de poesia ou de um concerto manhoso e solitário. É uma montanha de fragmentos mais ou menos recuperados e interligados como um cadáver esquisito.

Criação Isabelle Coelho & Rosana Pereira

ENTRADA LIVRE (com lotação reduzida).
Reservas através do telefone: 918388878 ou do e-mailgeral@teatrodovestido.org

Teatro do Vestido: Travessa do Corpo Santo, nº 29, 2º
1200-131 Lisboa (Cais do Sodré)

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Acolhimento TdV: No espaço de trabalho da companhia, que possibilita uma relação de grande intimidade com o público, bem como a inigualável envolvência do Cais do Sodré, os projectos que programámos reflectem em primeiro lugar uma tentativa de apoio a estruturas e criadores emergentes, que procurem também nos seus processos e metodologias o desenvolvimento de uma linha de criação de nova dramaturgia e trabalhem a partir de materiais e questões que se inscrevem numa linha contemporânea e de pesquisa. Procurámos também colaborar com e apoiar projectos de criadores com quem temos afinidades e cujo trabalho queremos facilitar, apoiar, possibilitar.
O espaço do TdV torna-se assim num espaço de partilha, colaboração, diálogo e divulgação de projectos que não só os da companhia.

“…Até poderíamos sonhar com uma comunidade de sonhadores que se juntassem para sonhar o que vem aí.” (John D. Caputo)

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Labor #1 no CITEMOR, Montemor-o-Velho

|CITEMOR, Sala B, Montemor-o-Velho
|24 de Julho às 22h30


© Helena Colaço Salazar

Haverá uma conversa no final do espectáculo com a moderação de António Pedro Pita.

Reservas (Citemor):
telf: 916 688 601 (14:00/20:00)
e-mail: reservas@citemor.com buy domain it .

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Labor #1 estreia no Teatro Maria Matos

Labor #1

|Sexta-feira, 19 de Julho às 21:30h

|Palco da sala principal do Teatro Maria Matos, Lisboa

© Catarina Vasconcelos

Labor #1 faz parte de um projecto teatral em três partes sobre a história, função e contradições do trabalho. O trabalho “edifica,” “liberta,” “confere dignidade,” “identidade” – estas são expressões que nos são familiares, sendo que algumas moldaram o nosso percurso, em que desde cedo começámos a pensar no que ‘queríamos ser’, ou ‘aquilo em que queríamos trabalhar.’ A sociedade moderna, como a conhecemos, organizou-se e organiza-se em função do trabalho. Mas mudanças subtis tomaram conta da realidade desta sociedade moderna na qual crescemos, e têm vindo a operar uma transformação no lugar central que o trabalho ocupava até agora. As questões hoje em debate sobre a contratação colectiva, o esvaziamento da importância dos sindicatos, a preponderância das tecnologias sobre o trabalho manual humano, o desemprego galopante resultado também destes aspectos (e doutros que bem conhecemos) – tudo isto nos motiva a construir este espectáculo. António Guerreiro escreve “A tendência irreversível é para uma ordem social em que temos de um lado uma elite do trabalho, e do outro, uma massa crescente de trabalhadores pobres, de precários e intermitentes, de desempregados.”1

O Teatro do Vestido prossegue com este projecto a sua tentativa de compreensão do presente através de uma convocação da História de Portugal, nomeadamente, fragmentos de uma história que considera ‘invisível’ e esquecida.

Haverá uma conversa no final do espectáculo com a moderação da Prof.ª Irene Flunser Pimentel.

Texto, Direcção, Interpretação e Espaço Cénico Joana Craveiro 
Participação Especial Rosário Faria
Colaboração Criativa João Paulo Serafim, Rosinda Costa, Tânia Guerreiro 
Concepção e construção dos ‘Trabalhadores’ Pedro Silva
Iluminação Luís Gomes
Produção Rosário Faria
Consultoria Histórica Fernando Rosas, Irene Pimentel

Apoios Teatro Maria Matos, CITEMOR, Lugar Instável, Teatro do Frio, Pastelaria Rosa Doce

Entrada livre (sujeita à lotação da sala) mediante levantamento prévio de bilhete no próprio dia a partir das 15h00

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1 António Guerreiro, O Fim da Sociedade do Trabalho, Expresso, Revista Actual, ed. de 02 de Junho de 2012
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