Elas também estiveram lá | Exibições em Cabo Verde e Viseu

Elas também estiveram lá
um filme realizado por Joana Craveiro
uma produção Teatro do Vestido
Portugal, Doc. 2021, 105′

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Elas também estiveram lá, o filme de estreia de Joana Craveiro na realização, continua em digressão com exibições durante o mês de Maio, em Cabo Verde e em Viseu.

Estreado em Novembro de 2021, o filme foi galardoado com o Prémio Especial do Júri do Festival Olhares do Mediterrâneo “pela imensa criatividade, mistura de formatos, do teatro à reportagem, filme de arquivo e linha pedagógica e uma rara erudição de Cinema, a fazer evocar as Histoires du Cinéma de Godard, bem como a explícita citação de filmes portugueses. Mostra trabalho, ideias de cinema, inteligência e humor.”

Um documentário poético sobre a invisibilidade das mulheres em acontecimentos históricos, como a ditadura portuguesa de 1926-1974, ou o processo revolucionário de 1974-75. Combinando histórias de vida, fotografias e documentos originais, o filme reencena essas vidas invisíveis e culmina com uma cena filmada numa pequena sala de cinema, que se acredita ter sido usada pelos censores durante a ditadura portuguesa

 

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Tailer disponível aqui

Elas também estiveram lá, originalmente um espectáculo de teatro estreado em 2018, foi nomeado pela SPA para melhor Texto Português Representado, em 2019.

MaioDoc
Centro Cultural Português – Mindelo (Cabo Verde)
23 Maio | 19h00 | Sala José Afonso
+info aqui

Carmo’81
Rua do Carmo 81 – Viseu
27 Maio | 21h30 | Carmo’81
+info aqui

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Elas também estiveram lá | 22 de Abril 2022 – DesobeDoc Porto

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Elas também estiveram lá
com realização de Joana Craveiro 
e produção do Teatro do Vestido

22 de Abril 2022, 22h00
Cinema Trindade – Rua do Almada 412, Porto
+info aqui

Um documentário poético sobre a invisibilidade das mulheres em acontecimentos históricos, como a ditadura portuguesa de 1926-1974, ou o processo revolucionário de 1974-75. Combinando histórias de vida, fotografias e documentos originais, o filme reencena essas vidas invisíveis e culmina com uma cena filmada numa pequena sala de cinema, que se acredita ter sido usada pelos censores durante a ditadura portuguesa.

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Tailer: para ver clicar aqui

Estreado em sala no âmbito do Festival Olhares do Mediterrâneo – Women’s Film Festival, em Novembro de 2021, foi galardoado com o Prémio Especial do júri “pela imensa criatividade, mistura de formatos, do teatro à reportagem, filme de arquivo e linha pedagógica e uma rara erudição de Cinema, a fazer evocar as Histoires du Cinéma de Godard, bem como a explícita citação de filmes portugueses. Mostra trabalho, ideias de cinema, inteligência e humor.


Elas também estiveram lá, originalmente um espectáculo de teatro estreado em 2018, foi nomeado pela SPA para melhor Texto Português Representado, em 2019.

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Viagem a Portugal – Paragem Alentejo | 11 e 12 Março – Odemira

um teatro feito a partir de uma pesquisa poética e documental neste território

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11 e 12 Março | 19h00
Ponto de encontro: Pensão Rita – Odemira
bilhetes à venda aqui 
O espectáculo terá percursos a pé e autocarro. Recomendamos calçado confortável e roupa quente. Chegar a um local e olhar.

Alentejo – tantos alentejos – região densa e enorme.
Habitar este local.
Olhar com olhos de quem pergunta.

Nesta sua paragem a sul  do projecto Viagem a Portugal  (nome que pediu viagem a José Saramago), os viajantes do Teatro do Vestido de busca, como quem escava, num território entre Santiago do Cacém e Odemira.

Pessoas, nomes, histórias e objectos desfilam diante destes viajantes, que tornam tudo isso parte de um percurso que procura contar algumas das histórias de vida, das memórias e da geografia destes lugares. Como quem escava, e nesse escavar vai descobrindo mais e mais camadas, sem nunca chegar a bater no fundo, a chegar à rocha debaixo disto tudo.

Quantas camadas precisamos de escavar/ de quantas vezes nos sentirmos parte de um território?

O viajante de que José Saramago fala na sua Viagem a Portugal interroga-se sobre a sua razão para viajar. Todos os viajantes o fazem, e, no entanto, a própria viagem os ofusca sempre. No corpo a corpo dos quilómetros percorridos, a viagem ganha.

Nesta viagem a Portugal do Teatro do Vestido, a viagem torna-se presença, inscrita na paisagem espectáculo em pesquisa e, fruto no terreno, e no percurso de criação de lugares humanos, que nos permite relação num saber e conhecer histórias poder recontá-las sob forma de teatro.

 “O que mais há na terra é paisagem.

Por muito que do resto lhe falte, a paisagem sempre sobrou (…).”

José Saramago,  Levantado do

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