MAPA MUNDI

040_Mapa Mundi_(ensaio estudio)_©brunosimao_©Bruno Simão

Mapa Mundi, o novo espectáculo do Teatro do Vestido com a Companhia Maior, é uma ficção científica autobiográfica e estreia no dia 9 de Novembro no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém. 

 

Mapa Mundi é o resultado de um encontro entre a Companhia Maior e o Teatro do Vestido. É, por isso, um espectáculo de partilha e de descoberta mútua – uma construção a meias entre formas de fazer e de funcionar. É também um espectáculo onde estão presentes diferentes gerações de pessoas – e isso, é rico, é desafiante, é entusiasmante – e é bom. Aquilo de que se fala em Mapa Mundi – a construção de um novo mundo – é, por isso, também, uma metáfora deste encontro materializado entre duas formas de fazer por parte de dois grupos distintos de pessoas, naquela terra aonde eles chegam em conjunto – para povoar, para construir. Para descobrir, enfim. Para se descobrirem.

9, 10 e 12 de Novembro, às 21h / 11 de Novembro às 16h | Pequeno Auditório do CCB 

Texto, direcção e encenação: Joana Craveiro
Interpretação: Estêvão Antunes, Inês Rosado, Pedro Caeiro, Simon Frankel, Tânia Guerreiro (Teatro do Vestido) e Angelina Mateus, Carlos Fernandes, Carlos Nery, Catarina Rico, Cristina Gonçalves, Elisa Worm, Isabel Simões, João Silvestre, Jorge Leal Cardoso, Júlia Guerra, Kimberley Ribeiro, Manuela de Sousa Rama, Maria Emília Castanheira, Maria Helena Falé, Maria José Baião, Mário Figueiredo, Paula Bárcia (Companhia Maior)
Música: BlackBambi (Miguel Bonneville)
Figurinos: Tânia Guerreiro
Desenho de luz: João Cachulo
Cenografia: Carla Martinez
Som: Sérgio Milhano | Ponto Zurca
Produção: Cláudia Teixeira, Joana Cordeiro e Luís Moreira
Co-produção: Teatro do Vestido, Companhia Maior e CCB

Para mais informações sobre o espectáculo, por favor consulte o site do CCB

 

O Teatro do Vestido é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Ministério da Cultura/ Direcção-Geral das Artes

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UM MUSEU VIVO DE MEMÓRIAS PEQUENAS E ESQUECIDAS

©TUNA TdV

O Teatro do Vestido em digressão pelo Brasil com o seu

espectáculo-acontecimento

Festival Mirada | 06 e 07  de Setembro, 19h | C.A.I.S Vila Mathias, Santos

FIT-BH 2018 | 14 e 15 de Setembro, 19h e 15h| Teatro Marília, Belo Horizonte 

Construído a partir de uma intensa pesquisa ao longo de 4 anos, este projecto percorre mais de 80 anos da história de Portugal, centrando-se em três momentos/períodos cruciais: A Ditadura do Estado Novo, a Revolução do 25 de Abril de 1974, e o Processo Revolucionário que se lhe seguiu e a que alguns chamam PREC, enquanto outros chamam outras coisas mais depreciativas (mas ainda há quem se lembre dele com saudade). Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas questiona precisamente algumas das narrativas hegemónicas em circulação sobre estes acontecimentos, bem como algumas das contra-narrativas, algumas memórias consensuais construídas e replicadas e reescritas e revistas ao longo dos anos – contrapondo a isto uma ‘pequena memória’ – pessoal e privada – a partir de testemunhos de pessoas desconhecidas que viveram estes períodos e que, também elas, têm a sua história para contar. Em 2017, revisitamos novamente Um Museu Vivo, desta feita integrando um fragmento mais aprofundado sobre a emigração portuguesa para França durante as décadas de 60/70 do século XX, criado a convite do Festival Chantiers d’Europe e do Teatro Municipal São Luiz.

Este espectáculo foi escrito e dirigido por Joana Craveiro, que o interpreta, em 5h de relatos, perplexidades e assombros vários.

Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas esteve na lista dos melhores espectáculos do ano 2014 dos jornais Expresso e Público e foi nomeado para melhor espectáculo do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores. Recebeu o Prémio do Público do Festival de Almada em 2015.

Investigação, texto, direcção e interpretação: Joana Craveiro
Colaboração criativa e assistência: Rosinda Costa e Tânia Guerreiro
Figurinos: Ainhoa Vidal
Iluminação e vídeo: João Cachulo
Operação de som e assistência técnica: Igor de Brito
Operação de luz e vídeo: Carlos Ramos
Produção: Cláudia Teixeira e Joana Cordeiro
Co-produção: Teatro do Vestido e Negócio/ZDB

Para mais informações, por favor consulte os sites do Festival Mirada e do FIT-BH 2018

O Teatro do Vestido é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Ministério da Cultura/ Direcção-Geral das Artes

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PONTES DE SAL OU AS MÃOS GRETADAS

© Colecção Arquivo Fotográfico Municipal da Figueira da Foz

Citemor – Festival de Montemor-o-Velho

10 de Agosto, às 21h30 e às 23h (duas sessões)  | Núcleo Museológico do Sal, Figueira da Foz

 

Salinas, Figueira da Foz.
Trabalho feito por gente.
Gente com vidas que merecem ser contadas.

Lugares que são parte dessas práticas em abandono, práticas em desuso, em desaparecimento.
Lugares em desaparecimento.

O Teatro do Vestido no CITEMOR, em busca de lugares, profissões e histórias em desaparecimento, neste seu esforço de inscrição permanente sob forma performática, na paisagem dos dias, na paisagem do festival,
na vida dos que partilham desta forma de teatro-acontecimento-experiência,

qualquer coisa como teatro-poema enquanto forma de escavar,
desenterrar o que se quer enterrado e apagado, nessa voracidade de se pensar
o futuro sempre para hoje, e tanta coisa nova para agarrar, comprar, descobrir.
Ou: este plano tão bem montado do esquecimento.
A bem de um presente sem memória.

Com este projecto, o Teatro do Vestido regressa ao CITEMOR, esse lugar onde há espaço para estar, para escavar, para conduzir processos de investigação e residência. Há um ano atrás, quando desafiados pelo CITEMOR para fazer este trabalho, escrevíamos:

A esta distância, imaginamo-nos de mãos gretadas e boca seca do calor.
E a querer falar sobre isso.

Hoje, daqui das salinas, onde estamos diariamente, dizemos:

Venham ouvir-nos recitar os nossos diários de campo, venham ver o nosso olhar sobre o olhar deles e delas, com quem falámos.

Joana Craveiro

Direcção: Joana Craveiro
Criação e interpretação: Carlos Marques, Joana Craveiro e Tânia Guerreiro
Música (composição e interpretação): Carlos Marques
Desenho de luz: Carlos Ramos
Produção executiva: Cláudia Teixeira e Joana Cordeiro
Co-produção: Teatro do Vestido e Citemor

Duração: 60 min. (aproximadamente)

Para mais informações, por favor consulte o site do Citemor

O Teatro do Vestido é uma estrutura financiada pela República Portuguesa / Ministério da Cultura/ Direcção-Geral das Artes

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