Viagem a Portugal | Estreia 28 e 29 Setembro | Festival Materiais Diversos

Viagem a Portugal

“Esta viagem vai no princípio, e sendo o viajante escrupuloso como é,
aqui lhe morde o primeiro sobressalto. Afinal, que viajar é este?”
José Saramago

ou

“merecemos o nosso passo de bichos de dilúvio”
Mário de Cesariny

Um espectáculo-percurso-viagem pelo território fragmentado de um país, que era uma questão que Alexandre O’Neill tinha consigo mesmo, e que nós também temos. Na verdade, temos uma série de questões. Entre elas, a saber: como chegámos até aqui? De onde vimos afinal? Qual o mapa das estradas? O que é, enfim, um país, e o que nos torna parte dele?

Na paragem ao centro de Portugal, deste projecto amplo que ocupa a maior parte do ano de 2019 do Teatro do Vestido, revisitamos a História Directa de Uma de nós que é daqui de perto. E a história dos Outros, de mais longe. E procuramos de história em história, de mapa em mapa, desenhar um retrato como se o víssemos do céu. “Lá de cima vê-se melhor”, disse um Deles. E nós acreditámos.
Palavras chave: entardecer-origem-lápide-território-local-ficar-partir-chegar.

“Portugal: questão que tenho comigo mesmo…
meu remorso,
meu remorso de todos nós…”
Alexandre O’Neill

Viagem a Portugal  é uma co-produção com o Festival Materiais Diversos.
Terá a sua estreia a 28 de Setembro às 19h, no Auditório do Sindicato dos Curtumes em Alcanena, repetindo no dia seguinte, no mesmo horário.
Espectáculo em percurso com jantar incluído. Duração aprox. 4h.

Viagem a Portugal_FMD_rodapé

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Nova estreia do Teatro do Vestido para o CITEMOR’19

Teatro do Vestido CITEMOR'19 (3)

 

Estreia no próximo dia 15 de Agosto com repetição a 16, o novo projecto do Teatro do Vestido para a edição de 2019 do CITEMOR. Um espectáculo único, resultado de residência artística nas salinas da Figueira da Foz.

depois de ter apresentado em 2018 no CITEMOR a sua leitura dos diários de campo e outros materiais que decorreram da observação do trabalho nas salinas da Figueira da Foz (chamou-se Pontes de Sal), o TdV regressa agora para mais uma etapa deste projecto.
Em 2018 escrevíamos:

qualquer coisa como teatro-poema enquanto forma de escavar,
desenterrar o que se quer enterrado e apagado, nessa voracidade de se pensar
o futuro sempre para hoje, e tanta coisa nova para agarrar, comprar, descobrir.
Ou: este plano tão bem montado do esquecimento.
A bem de um presente sem memória.

E em 2019 escrevemos,

Teatro-poema-conferência. Escavar, ainda. Desenterrar, ainda.
As salinas como espelho, as mãos gretadas do trabalho, o sal das palavras, as feridas abertas e o sal por cima, o sal-moeda-de-troca,
a vida a vida a vida.
O sal como perseverança ou,
como alguém disse,
como amor.

Ou de como o amor e o sal combinam tão bem nestas paisagens de salicórnias e outra vegetação.

Teatro do Vestido Citemor
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Conferência Performática apresentada em Madrid

Silencios Persistentes_PT

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