Bonus games in slots

Most slot machines have at least one bonus. Bonuses can be quite different in style and format: for example, there are bonuses in which the player himself practically does not participate; there are those where the player participates, but the result is still entirely dependent on the case. Finally, there are such bonuses in which the player not only takes a direct part, but also can affect the outcome

of the game – something like a computer arcade. However, due to the specifics of the slots, bonus games do not last long in one way or another – the player must return to the normal game mode as soon as possible and continue betting.

Although 5-reel slots without any bonuses are very small, they are still there, because developers of games for online casinos have to take into account the tastes and interests of all players, including those who do not really like bonuses. After all, there are 3-reel slots without any bonuses, but they can give a big win at the expense of something else. However, in 5-reel slots (video slots), as a rule, there are bonuses, regardless of the company-developer. From the Creator of the slots, however, depends on how bonuses are made; often the same style and format of the bonus roams from one slot to another by the same developer, who only slightly “rearranges” the bonus structure in accordance with the theme of this particular slot.

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PONTES DE SAL OU AS MÃOS GRETADAS

© Colecção Arquivo Fotográfico Municipal da Figueira da Foz

Citemor – Festival de Montemor-o-Velho

10 de Agosto, às 21h30 e às 23h (duas sessões)  | Núcleo Museológico do Sal, Figueira da Foz

 

Salinas, Figueira da Foz.
Trabalho feito por gente.
Gente com vidas que merecem ser contadas.

Lugares que são parte dessas práticas em abandono, práticas em desuso, em desaparecimento.
Lugares em desaparecimento.

O Teatro do Vestido no CITEMOR, em busca de lugares, profissões e histórias em desaparecimento, neste seu esforço de inscrição permanente sob forma performática, na paisagem dos dias, na paisagem do festival,
na vida dos que partilham desta forma de teatro-acontecimento-experiência,

qualquer coisa como teatro-poema enquanto forma de escavar,
desenterrar o que se quer enterrado e apagado, nessa voracidade de se pensar
o futuro sempre para hoje, e tanta coisa nova para agarrar, comprar, descobrir.
Ou: este plano tão bem montado do esquecimento.
A bem de um presente sem memória.

Com este projecto, o Teatro do Vestido regressa ao CITEMOR, esse lugar onde há espaço para estar, para escavar, para conduzir processos de investigação e residência. Há um ano atrás, quando desafiados pelo CITEMOR para fazer este trabalho, escrevíamos:

A esta distância, imaginamo-nos de mãos gretadas e boca seca do calor.
E a querer falar sobre isso.

Hoje, daqui das salinas, onde estamos diariamente, dizemos:

Venham ouvir-nos recitar os nossos diários de campo, venham ver o nosso olhar sobre o olhar deles e delas, com quem falámos.

Joana Craveiro

Direcção: Joana Craveiro
Criação e interpretação: Carlos Marques, Joana Craveiro e Tânia Guerreiro
Música (composição e interpretação): Carlos Marques
Desenho de luz: Carlos Ramos
Produção executiva: Cláudia Teixeira e Joana Cordeiro
Co-produção: Teatro do Vestido e Citemor

Duração: 60 min. (aproximadamente)

Para mais informações, por favor consulte o site do Citemor

O Teatro do Vestido é uma estrutura financiada pela República Portuguesa / Ministério da Cultura/ Direcção-Geral das Artes

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FILHOS DO RETORNO

©TUNA-RETORNOfilhos-0130-1©TUNA TdV

Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa

21 de Junho a 01 de Julho | quarta, às 19h30 – quinta a sábado, às 21h30 – domingo, às 16h30

 

Um projecto do Teatro do Vestido a partir das pós-memórias daqueles cujos pais ou familiares próximos viveram em África no período colonial português, anterior ao 25 de Abril de 1974.
Como é que estas gerações que não viveram esses acontecimentos directamente se relacionam com as memórias dos pais? A nostalgia passa de pais para filhos, ou as memórias são guardadas em baús sem chave, que ninguém quer abrir? Como é a relação da geração dos filhos com o processo de descolonização e com o 25 de Abril? E qual a ideia de África que ficou nestas famílias?
Estas são algumas das perguntas de partida de um projecto que se constrói a partir de testemunhos de uma geração que viveu os acontecimentos através das memórias da família.

Texto, direcção e co-criação: Joana Craveiro
Co-criação e interpretação: Cláudia Andrade, Daniel Moutinho, Lavínia Moreira, Marina Albuquerque e Rafael Rodrigues
Colaboração criativa: Rosinda Costa e Tânia Guerreiro
Iluminação: João Cachulo
Operação: João Chicó
Produção: Cláudia Teixeira e Joana Cordeiro
Estagiária de produção: Mafalda Rôla
Estagiários ESAD: Joana Margarida Lis, João Diogo Ferreira, Vera Bibi
Co-produção: Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Teatro Nacional D. Maria II e Teatro Viriato

Duração: 2h3o (aproximadamente)
M/12

Para mais informações, por favor consulte o site do TNDMII

O Teatro do Vestido é uma estrutura financiada pela República Portuguesa / Ministério da Cultura/ Direcção-Geral das Artes

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