{"id":5137,"date":"2012-12-16T13:40:11","date_gmt":"2012-12-16T13:40:11","guid":{"rendered":"http:\/\/teatrodovestido.org\/?p=5137"},"modified":"2015-04-26T22:24:46","modified_gmt":"2015-04-26T21:24:46","slug":"monstro-parte-ii-hecatombe-estreia-dia-18-de-dezembro-as-21h30-na-zdb","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/?p=5137","title":{"rendered":"MONSTRO (parte II: Hecatombe) estreia dia 18 de Dezembro \u00e0s 21h30 na ZDB"},"content":{"rendered":"<p><strong><span style=\"color: #000000;\">ZDB<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">De 18 a 21 de Dezembro \u00e0s 21h30<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Monstro<\/strong> \u00e9 o nome do todo.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Calamidade<\/strong> foi a primeira parte, constru\u00edda com a cumplicidade de espa\u00e7os e estruturas como o CITEMOR, o Alkantara e o Teatro Pradillo em Madrid. Nele, fal\u00e1vamos de uma perspectiva mais de fora para dentro na procura das raz\u00f5es deste lama\u00e7al-lodo em que nos vemos metidos e para o qual ningu\u00e9m parece ter uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel, nem t\u00e3o pouco consegue tra\u00e7ar a genealogia do como come\u00e7ou. E n\u00e3o nos entendam mal, n\u00e3o estamos a falar da crise econ\u00f3mica &#8211; mas deste mal de vivre c\u00e1 dentro, desta crise de valores mais do que tudo, esta crise de esperan\u00e7a, esta crise pol\u00edtica, sim, ou melhor, crise ideol\u00f3gica (que como todos sabemos tamb\u00e9m j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 de agora), esta coisa a que cham\u00e1mos Monstro &#8211; que nos agarra, agarra, agarra &#8211; e n\u00f3s, como o Coiote, a tentar escapar mas a correr no ar at\u00e9 nos darmos conta que ups! l\u00e1 em baixo \u00e9 o abismo.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">Enfim, adiante, novo cap\u00edtulo: <strong>Hecatombe<\/strong>. Uma segunda parte agora dirigida por Maur\u00edcio Paroni de Castro, que escreveu a prop\u00f3sito deste espect\u00e1culo:<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">A linha t\u00e9nue entre n\u00f3s<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Esta segunda fase de trabalho v\u00ea tr\u00eas actores &#8211; Joana Craveiro, T\u00e2nia Guerreiro, Gon\u00e7alo Alegria &#8211; \u00a0e o seu director \u2013 Maur\u00edcio Paroni de Castro \u2013 envolvidos na escrita c\u00e9nica de uma caminhada emocional pelo espa\u00e7o vazio entre as nossas individualidades pessoais e quatro personagens\u00a0 da dramaturgia convencional, nomeadamente: Nora, de Casa de Bonecas (Ibsen), a Qualquer Uma de Como tu me Quiseres\u00a0(Pirandello), Hamlet e o fantasma de seu pai, de \u00a0Hamlet\u00a0(Shakespeare).<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">Tal caminhada \u00e9 cartografada dramaturgicamente pela actua\u00e7\u00e3o de\u00a0 algumas passagens-chave que eles decidem interpretar ou ler das suas respectivas \u00a0personagens. O p\u00fablico testemunhar\u00e1 o tra\u00e7ar das linhas cartogr\u00e1ficas entre as mesmas passagens &#8211; pontos cardeais \u2013 e poder\u00e1 vir a estabelecer paralelismos, dicotomias, abismos e limites entre individualidades assim relacionadas. Isto favorece estarmos em primeiro plano diante da hist\u00f3ria pessoal que \u00e9 a carne das personagens e hecatombes encenadas que sempre nos \u00e9 escondida nos palcos.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">Trata-se de momentos fugazes \u00a0de um intimismo que somente a \u00a0arte do teatro pode ensejar &#8211; desde que \u00a0feito desta maneira particular e t\u00e3o pessoalmente empenhativa. Espero que se tenha reflex\u00e3o e deleite pessoal nestas r\u00e9plicas irrepet\u00edveis; porque n\u00f3s \u00e9 que somos irrepet\u00edveis, n\u00f3s \u00e9 que temos vis\u00f5es irrepet\u00edveis e feitas da nossa pr\u00f3pria carne e pensamento, enquanto material dram\u00e1tico.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Mauricio Paroni de Castro<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Nesta segunda parte a viagem \u00e9 interior. As liga\u00e7\u00f5es com a primeira parte t\u00eam que ser procuradas por entre as linhas que tra\u00e7amos &#8211; diferentes a cada dia &#8211; nesta complexidade de se ser humano e perdido no meio das nossas pr\u00f3prias contradi\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Direc\u00e7\u00e3o, dramaturgia e li\u00e7\u00e3o:<\/strong> Maur\u00edcio Paroni de Castro?<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Co-cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Gon\u00e7alo Alegria, Joana Craveiro, T\u00e2nia Guerreiro<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Voz do original Ibseniano:<\/strong> Zoe Barossi<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Ru\u00eddo:<\/strong> Cardeal da Alegria e Isabelle Coelho?<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Assist\u00eancia de encena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Isabelle Coelho?<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Assist\u00eancia a tudo o resto:<\/strong> Sylvia Soares?<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Joana Vilela?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O Teatro do Vestido \u00e9 financiado pelo Governo de Portugal\/ Secretaria de Estado da Cultura\/ Direc\u00e7\u00e3o Geral das Artes<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Apoio: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, ZDB, Teatro Meridional<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Outros apoios ao Projecto Monstro: CITEMOR, Alkantara<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Portugal Brasil Agora<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">RESERVAS:<\/span> reservas@zedosbois.org | 213 430 205<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ZDB De 18 a 21 de Dezembro \u00e0s 21h30 Monstro \u00e9 o nome do todo. Calamidade foi a primeira parte, constru\u00edda com a cumplicidade de espa\u00e7os e estruturas como o CITEMOR, o Alkantara e o Teatro Pradillo em Madrid. Nele, &hellip; <a href=\"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/?p=5137\">Continue reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":43,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5137","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-tdv"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5137"}],"collection":[{"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/43"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5137"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5137\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5141,"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5137\/revisions\/5141"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5137"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5137"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/teatrodovestido.org\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5137"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}